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MILHO





 

BATATA GRELHADA COM MAÇAROCA




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Ingredientes:
batatas
sal, pimenta
azeite, alho
tomilho e coentros
raspa de limão
maçarocas de milho

Lavar e cortar as batatas com a casca em fatias de 1 cm. Cozer um pouco mas retirar ainda quando estão meias durinhas. Deitá-las num tabuleiro e temperar com sal grosso, pimenta, alho picado, azeite, tomilho fresco, raspa de limão e coentros frescos picados. Envolver tudo e grelhá-las. As maçarocas são cozidas em água a ferver durante uns 15 minutos. Depois grelham-se com sal fino e manteiga.


 
 

 

MILHO





O milho é  um cereal de altas qualidades nutritivas. É extensivamente utilizado como alimento humano ou ração animal.
Acredita-se que seja uma planta de origem americana, já que aí era cultivada desde o período pré-colombiano e desconhecida pela maioria dos europeus até a chegada destes à América. É um dos alimentos mais nutritivos que existem.

O milho é um dos alimentos mais nutritivos que existem. Puro ou como ingredientes de outros produtos, é uma importante fonte de energética para o homem. Ao contrário do trigo e o arroz, que são refinados durante seus processos de industrialização, o milho conserva sua casca, que é rica em fibras, fundamental para a eliminação das toxinas do organismo humano.

Além das fibras, o grão de milho é constituído de carboidratos, proteínas, vitaminas (A e complexo B), sais minerais (ferro, fósforo, potássio, cálcio), óleo e grandes quantidades de açúcares, gorduras, celulose e calorias.
Maior que as qualidades nutricionais do milho, só mesmo sua versatilidade para o aproveitamento na alimentação humana. Ele pode ser consumido directamente ou como componente para a fabricação de balas, biscoitos, pães, chocolates, geleias, sorvetes, maionese e até cerveja.

Apesar de serem usados para fazer pães, o milho não contém a proteína glúten. Isso faz com que os assados de milho não sejam especialmente nutritivos (como é o caso dos assados feitos de trigo).

ALHO FRANCÊS






ALHO FRANCÊS À BRÁS



Ingredientes:
2 alhos-francês
  2 ovos
100gr de batata palha
1 raminho de salsa
Sal q.b.
2 colheres (sopa) de azeite

Preparação:
Cortar o alho francês em rodelas finas.
Num recipiente, bater os ovos com a salsa. Temperar de sal.
Numa frigideira, deitar o azeite e saltear o alho francês até este estar cozido. Juntar a batata palha e ir mexendo até esta ficar mole. Adicionar os ovos e mexer muito bem.
Servir com uma salada de tomate e azeitonas pretas.

Observações:
Temperar os ovos com pouco sal pois a batata palha já tem sal suficiente para o prato ficar temperado.

 
 

 


ALHO FRANCÊS





O alho francês possui muitas características comuns com o alho e a cebola. Tem aproximadamente 25 cm de comprimento . A parte comestível é a parte branca e verde clara do caule. Pode cozinhá-lo em sopas, gratinados, cozidos e assados. Algumas pessoas consideram que o sabor é muito intenso, o truque é comprar frescos, porque com o tempo a sabor intensifica-se. É rico em vitamina C, magnésio, ferro, vitamina B6 e é pobre em calorias.

Benefícios para a Saúde
● Elimina o Ácido Úrico
●  É diurético
● Atenua os sintomas da bronquite
● Alivia os sintomas de sinusite
● Ajuda a acabar com a prisão de ventre

ESPARGOS






 ESPARGOS COM OVOS







Ingredientes:
1 molho de espargos-bravos
  4ovos
  2 dentes de alho
sal e pimenta preta de moinho q.b.
azeite
fatias de pão para servir


Preparação:
1. Lavar os espargos. Retirar parte do caule duro.

2. Escaldar os espargos durante cinco minutos em água a ferver.

3. Picar os dentes de alho.

4. Colocar o azeite numa frigideira e levar ao lume. Adicionar os dentes de alho e deixar frigir um pouco, sem que o alho queime.

5. Adicionar os espargos cortados grosseiramente. Deixar cozinhar um pouco.

6. Bater os ovos com sal e pimenta a gosto. Juntar os ovos com os espargos na frigideira. Mexer e deixar cozinhar até os ovos estarem prontos.

7. Servir os ovos mexidos com as fatias de pão.



 
 
 

 
ESPARGOS BRAVOS






O espargo é uma planta vivaz rizomatosa, pertencente à família das liliáceas, espontâneo em toda a bacia mediterrânica, conhecido desde tempos remotos pelas suas qualidades terapêuticas e diversidade gastronómica. Os seus rebentos, conhecidos como turiões, rebentam directamente do solo (no Inverno). São a parte mais apreciada do espargo porque são tenros, carnudos e comestíveis.
Existem vários tipos de espargos: brancos, verdes, violetas e violetas esverdeados.

Altamente terapêuticos, utilizados na prevenção e tratamento de várias doenças porque riquíssimos em sais minerais, aminoácidos e antioxidantes. São ricos em fibra, vitamina C, caroteno (provitamina A), vitaminas B1 e B2, vitamina E, ácido fólico, fósforo, cálcio, magnésio, ferro, zinco e potássio. São ricos em saponinas que actuam sobre as células cancerosas e o ácido fólico favorece a formação de glóbulos vermelhos. Muito pobres em calorias, não têm gordura nem colesterol, são especialmente indicados em dietas de emagrecimento, juntamente com o arroz integral. Têm propriedades rejuvenescedoras, tónicas e diuréticas, favorecendo a boa saúde das artérias, da pele, das unhas, do cabelo e dos ossos, da vista, do estômago, do coração e do sistema nervoso. Fortalecem a libido e o cérebro.

Podemos encontrar espargos frescos, congelados ou em conserva. Devemos privilegiar o produto fresco e biológico que pode ser consumido cru ou cozinhado. Se cozinhado, deve ser cozido até estar tenro. No entanto, consumidos mal cozidos (apenas escaldados) ajudam a combater edemas, palpitações e, em especial, a diabetes! São essencialmente utilizados como diuréticos (devido à aspargina que contêm) e são também sedativos. O xarope de pontas de espargo é utilizado na hipertrofia do coração. Pode utilizar-se também a raiz do espargo em cozimento ou decocção, normalmente na proporção de 60 gramas para um litro de água. Esta decocção é utilizada para activar o funcionamento das vias urinárias, bebendo-se duas chávenas por dia (uma de manhã em jejum e outra ao fim do dia). Alguns fitoterapeutas afirmam que os espargos se devem consumir crus, em saladas ou em sumo, uma vez que o ácido fólico se perde, em grande parte, com a cozedura.
O espargo é um alimento que deve ser evitado em caso de insuficiência renal e litíase úrica. Desaconselhado também em casos de reumatismo agudo e cistite.
Na gastronomia, podem ser utilizados em sumos, saladas, sopas, açordas, estufados e guisados.